quarta-feira, 15 de setembro de 2010

FESTA DE SANTA TEREZINHA 2010



PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES
IPANGUAÇU/RN

FESTA DE SANTA TERESINHA 2010

PARÓQUIA: Lugar de Acolhida, Oração e Missão.


Programação
22 a 30/09 – Novena das Rosas – 12:00
26/09 – Caminhada de Abertura - 5h
Saída: Capela N. Sra. da Saúde – Olho D'água
Ofício de N. Senhora
Café da manhã comunitário
28/09 – Noite da Mãe Peregrina
19h – Caminhada – Saída: E.E.M.M.M.
Missa e renovação do envio
Quermesse

29/09 – Noite da Consagração da Juventude Missionária
19:30 – Missa
Quermesse

30/09 – Noite da Consagração da Infância e Adolescência Missionária
19:30 – Missa
Quermesse

01/10 – DIA DE SANTA TERESINHA
8h – Procissão das Escolas
12h – Tributo à Santa Teresinha
19h – Procissão dos Devotos
Saída: Sede da IAJM
19:30 – Concelebração Eucarística Solene
Consagração do Grupo de Oração Santa Teresinha
20:30 – Chá das Rosas

JM de Ipanguaçu participa do EJM em Natal.

Nesse domingo, 12.09, foi um dia de formação, integração e muito divertimento para os grupos de Juventude Missionária da Arquidiocese de Natal. A equipe de coordenação estadual conseguiu  reunir cinco dos sete grupos conhecidos da nossa diocese, promoveu momentos de integração e louvor com o Ministério Anjos (Novo Horizonte, Paróquia Nossa Sra. de Fátima), formação sobre as POM e a Espiritualidade Missionária através de Oficinas desenvolvidas pela própria co-ordenação e encerrou o dia com uma divertida gincana entre os grupos de Juventude Missionária.

Participaram do I Encontro de Jovens Missionários os grupos JM Nossa Senhora de Fátima (Parque das Dunas, Natal), JM Anjos (Novo Horizonte, Natal), JM JUPI (Santarém, Natal), JM Imaculada (Alecrim, Natal) e JM Ipanguaçu (Centro, Ipanguaçu).

Obrigado a todos vocês que fizeram deste encontro um SUCESSO!
"Jovens Missionários, Sempre Solidários"

Encontro com a equipe de coordenadores estaduais da JM em Ipanguaçu.

Neste dia 05.09, aconteceu um encontro da Juventude Missionária com a equipe de coordenadores da mesma no RN, Diego e Ibnny. O encontro deu-se início as 09:00 hras na Sede e terminou por volta das 15:00 hras. Participou 10 jovens apenas, mais foi um encontro proveitoso, onde com eles dividimos nossos problemas dificuldades e principalmente nossas conquistas, pois sabemos que evangelizar não é uma tarefa fácil. Buscamos focar mais o que realmente é a Juventude Missionária, nas 4 áreas integradas.


" Jovens Missionários, Sempre Solidários! "

quarta-feira, 28 de julho de 2010

NOVENAS DE SANTA TERESINHA SÃO INICIADAS EM IPANGUAÇU

A Infância Adolescência e Juventude Missionária iniciou neste ultimo sábado (17) a peregrinação da imagem de Santa Teresinha pelos bairros da cidade de Ipanguaçu. As novenas é uma preparação para os Festejos de Santa Teresinha que acontecerá do fim do mês de setembro à primeiro de Outubro.

As novenas acontecem todos os sábados com saída da sede da Infância Missionária as 17hs com destino a um bairro, onde também acontece as benção das chaves.  Todos os grupos da paróquia estão convidados a participarem.

5ª FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA NA COMUNIDADE DE CUÓ – IPANGUAÇU/RN

ARQUIDIOCESE DE NATAL
PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES
CAPELA DA SAGRADA FAMÍLIA
COMUNIDADE DE CUÓ – IPANGUAÇU/RN

5ª FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA

'
FAMÍLIA, FORMADORA DE VALORES HUMANOS E CRISTÃOS”

Julho – Peregrinação nas casas de Cuó e nas comunidades de Luzeiro, Baldum, Pedrinhas, e Lagoa de Pedras.

Dia 05/08 – GRANDE FESTA DE INAUGURAÇÃO DA CAPELA
12h – Terço da Sagrada Família
·         Noite de São José
19h – Carreata conduzindo a imagem da Sagrada Família
Saída: Igreja Matriz de N. Sra. de Lourdes
·         Hasteamento das Bandeiras
19:30 – Missa Solene e benção litúrgica da Capela presidida por Dom Matias Patrício de Macedo, Arcebispo Metropolitano e concelebrada pelo Pe. José Irineu, Administrador Paroquial.
Noiteiros: Famílias da Comunidade, Ceramistas, Arquitetos, Projetistas, Pedreiros, Carpinteiros, Serventes, Benfeitores e todas as pessoas que colaboraram com a construção da Capela.
Convidados: Grupos de Oração Santa Luzia, Sagrado Coração de Maria, Sagrado Coração de Jesus, N. Sra. das Dores, Apostolado da Oração e Terço dos Homens, Infância Missionária de Japiaçu, Lagoa de Pedras e Luzeiro.

Dia 06/08 – Noite de Maria Santíssima
12 – Terço da Sagrada Família
19:30 – Missa
Noiteiros: Idosos, Dizimistas e Movimento da Mãe Peregrina.
Convidados: Apostolado Exército de Santo Expedito, Grupos de Oração N. Sra. da Conceição e N. Sra. Aparecida e Grupo da Melhor Idade.
Celebrante: Pe. Valberto Messias

Dia 07/08 – Noite do Menino Jesus
12h – Terço da Sagrada Família
19:30 – Celebração da Palavra
Noiteiros: Infância e Adolescência Missionária e Grupos de Jovens.
Convidados: Grupos de Oração Santa Teresinha, São Francisco Xavier, São Sebastião, Grupos de Jovens JUSAFRAN, JUSS, JUFD, ESE e Juventude Missionária.
Celebrante: Rafael Cosme

Dia 08/08 – FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA
9h – Confissão
12h – Terço da Sagrada Família
16h – Missa Solene
·         Consagração do Grupo de Oração Sagrada Família
·         Batizados
·         Descerramento das Bandeiras
Celebrante: Pe. José Irineu
17:30 – Chá das Famílias

sábado, 10 de julho de 2010

Paulo Tchen - Um Menino Santo

O carisma da Santa Infância (Infância e Adolescência Missionária) como caminho de santidade das crianças.

Paulo Tchen nasceu na China, no dia 11 de abril de 1838.

Seu pai era um médico oriental, tratava os camponeses com ervas; mas com o tempo, o trabalho dele não lhe permitiu mais dar uma vida digna à família.

Durante as viagens que o doutor Tchen fazia pelas vilas para tratar das doenças dos moradores, o pequeno Paulo ficava em casa com sua mãe e seus irmãos. Ele era um garoto sereno e feliz, conformado com tudo.

O pequeno ajudava seu pai a procurar as ervas e colher as frutas. Ele realizava sua tarefa com alegria, feliz de poder ajudar de alguma maneira sua família.

Seu pai estava preocupado por conta da pobreza em que se encontravam seus filhos. Um dia, ele ouviu falar dos colégios da Santa Infância, onde as crianças carentes eram acolhidas, educadas e encaminhadas a uma profissão. Então o doutor Tchen pensou em conduzir seu filho até lá.

Com dor, ele confiou a vida de seu filho ao padre Louis Faurie, um missionário francês que o acolheu com amor. Durante anos, o pequeno Paulo não viu nenhum membro de sua família.

Paulo seguia com interesse a catequese e ele era encantado com a vida de Jesus. Ele fazia várias perguntas sobre esse bom amigo que amava as crianças. O padre Faurie encontrou o dom da graça nele e o admitiu no seminário.

Já era seminarista quando recebeu o Batismo e a Primeira Comunhão. Para ele foi feita uma exceção já que nenhum jovem era aceito no seminário se não pertencia a uma família cristã. Paulo tinha uma especial devoção e amor por seu amigo Jesus, que o fez dono de uma vocação extraordinária...

Paulo estudava com gosto, e rezava muito. Ele gostava da profissão de carpinteiro.

Com 19 anos, seu pai veio buscá-lo, mas ele lhe disse: “Pai, eu não lhe pertenço mais, a Igreja me acolheu e me fez crescer, é a ela que eu pertenço. Deus me chama e eu devo segui-lo”.

No dia 12 de junho de 1861, os soldados chineses invadiram o seminário e sequestraram Paulo e seus dois companheiros: José e João Batista. Frequentemente, os chineses perseguiam os cristãos por motivos injustificáveis.

O calvário durou muito tempo, mas os jovens testemunharam sua fé durante o sofrimento e as ameaças. Paulo escrevia: “Somos tentados de muitas maneiras, e fazem todo o esforço possível para arrancar-nos nossa fé, mas preferimos morrer a renunciar a nossa religião”.

O padre Faurie, tornado vigário Apostólico, conservava as belas cartas de Paulo e encorajava os jovens a resistir, na esperança de poder salvá-los. De seu lado, Paulo encorajava seus companheiros e lhes convencia a ficar fiéis à religião cristã. Ele assegurava ao bispo que os dias deles estavam sendo iluminados pelo sofrimento que era sustentado pela oração.

A senhora Marta, uma santa mulher cristã, desafiava os soldados levando comida, roupas limpas e alguns pedaços de papel para que os jovens escrevessem ao padre Faurie. Foi ela quem fez o testemunho do sofrimento e da grande fé de Paulo. Ela, assim, como os garotos, foi morta.

Na madrugada de 29 junho de 1861, Paulo e seus companheiros foram levados para fora da prisão e empurrados contra uma parede. Paulo então compreendeu que havia chegado o momento e orou intensamente ao seu amigo Jesus, agradecendo por ter-lhes dado o privilégio do martírio.

O padre Faurie solicitou os corpos dos mártires. Ele, que havia sido o diretor espiritual de Paulo, escreveu sua vida e enviou às crianças da Santa Infância de Paris, afim de que ele seja um exemplo e um encorajamento para elas durante o engajamento missionário.

Paulo foi beatificado pelo Papa Pio X em 1908. Em 1920, seu corpo foi transportado para a catedral de Notre Dame de Paris e enterrado na capela da Santa Infância. No dia 01 de outubro de 2000 foi canonizado por João Paulo II.

Em primeiro lugar, rezar

Diálogo do Santo Padre Bento XVI com as crianças da Pontifícia Obra para a Infância Missionária, Sala Paulo VI – sábado, 30 de maio de 2009

Chamo-me Anna Filippone, tenho doze anos, sou ministrante e venho da Calábria, da Diocese de Oppido Mamertina – Palmi. Papa Bento, o pai do meu amigo Giovanni é italiano e a mãe equatoriana, e ele é muito feliz. Pensas que as diversas culturas um dia poderão viver sem entrar em conflito em nome de Jesus?

Compreendi que desejais saber como fazíamos nós, quando éramos crianças, para nos ajudar reciprocamente. Tenho que dizer que vivi os anos da escola elementar numa pequena aldeia de 400 habitantes, muito distante dos grandes centros. Portanto, éramos um pouco ingénuos e nessa aldeia havia, por um lado, agricultores muito ricos e também outros menos ricos mas abastados e, por outro, pobres empregados, artesãos. Pouco antes do início da escola elementar a nossa família chegara a esse povoado vinda de outra cidade, portanto éramos um pouco estrangeiros para eles, e até o dialecto era diferente. Portanto, nessa escola reflectiam-se situações sociais muito diversas entre si. Contudo, havia uma bonita comunhão entre nós. Ensinaram-me o seu dialecto, que eu ainda não conhecia. Colaborámos bem e, tenho que admitir, às vezes naturalmente também discutíamos, mas depois reconciliávamo-nos e esquecíamos quanto tinha acontecido.


Imagens da audiência de Bento XVI
às 7 mil crianças da Obra para a Infância Missionária,
Sala Paulo VI, 30 de maio de 2009

Isto parece-me importante. Por vezes na vida humana parece inevitável discutir; todavia, é sempre importante a arte da reconciliação, do perdão, do começar de novo e não deixar amargura na alma. Recordo-me com gratidão do modo como todos nós colaborávamos: um ajudava o outro e juntos percorríamos o nosso caminho. Todos nós éramos católicos, e isto era naturalmente uma grande ajuda. Assim, em conjunto, aprendemos a conhecer a Bíblia, a começar pela criação até ao sacrifício de Jesus na cruz, e depois também os primórdios da Igreja. Juntos aprendemos o catecismo, juntos aprendemos a rezar e juntos nos preparamos para a primeira confissão, para a primeira comunhão: aquele foi um dia maravilhoso! Compreendemos que o próprio Jesus vem até nós, e que Ele não é um Deus distante: entra na minha própria vida, na minha própria alma. E se o próprio Jesus entra em cada um de nós, somos irmãos, irmãs e amigos, e portanto temos que nos comportar como tais.

Para nós, esta preparação quer para a primeira confissão como purificação da nossa consciência e da nossa vida, quer também para a primeira comunhão como encontro concreto com Jesus que vem ter comigo, que vem ter com todos nós, foram factores que contribuíram para formar a nossa comunidade. Ajudaram-nos a caminhar juntos, a aprender em conjunto a reconciliar-nos quando era necessário. Fazíamos inclusive pequenos espectáculos: também é importante colaborar, prestar atenção uns aos outros. Depois, com oito ou nove anos tornei-me coroinha. Nessa época ainda não havia meninas coroinhas, mas elas liam melhor do que nós. Portanto, eram elas que liam as leituras da liturgia, e nós desempenhávamos a função de coroinhas. Nesse período ainda havia muitos textos latinos para aprender, e de tal modo cada um teve a sua parte de canseiras a assumir. Como disse, não éramos santos: tivemos as nossas discussões, e no entanto havia uma bonita comunhão, onde as distinções entre ricos e pobres, entre inteligentes e menos inteligentes não contavam. Era a comunhão com Jesus no caminho da fé comum e na responsabilidade coral, nos jogos e no trabalho conjunto. Tínhamos encontrado a capacidade de viver juntos, de ser amigos e, embora a partir de 1937, ou seja, há mais de setenta anos, tenha deixado de viver nessa aldeia, ainda permanecemos amigos. Portanto, aprendemos a aceitar-nos reciprocamente, a carregar o peso uns dos outros.

Isto parece-me importante: não obstante as nossas fraquezas, aceitamo-nos uns aos outros e, com Jesus Cristo, com a Igreja, encontramos juntos o caminho da paz e aprendemos a viver bem.


Chamo-me Letizia e queria fazer-te uma pergunta. Querido Papa Bento XVI, o que significava para ti, quando eras menino, o mote: “As crianças ajudam as crianças”? Alguma vez pensaste em tornar-te Papa?

Para dizer a verdade, nunca pensei que viria a ser Papa porque, como já disse, fui um menino bastante ingénuo, numa pequena aldeia muito distante dos centros, numa província esquecida. Éramos felizes por viver nessa província e não pensávamos noutras coisas. Naturalmente, conhecíamos, venerávamos e amávamos o Papa — era Pio XI — mas para nós estava numa altura inalcançável, quase noutro mundo: um nosso pai, e no entanto uma realidade muito superior a todos nós. E devo dizer que ainda hoje tenho dificuldade em compreender como o Senhor pôde pensar em mim, destinar-me para este ministério. Mas aceito-o das suas mãos, embora seja algo surpreendente e me pareça muito além das minhas forças. Contudo, o Senhor ajuda-me.


Amado Papa Bento, sou Alessandro. Queria perguntar-te: tu és o primeiro missionário; como podemos nós, crianças, ajudar-te a anunciar o Evangelho?


Imagens da audiência de Bento XVI
às 7 mil crianças da Obra para a Infância Missionária,
Sala Paulo VI, 30 de maio de 2009



Diria que um primeiro modo é o seguinte: colaborar com a Pontifícia Obra para a Infância Missionária. Assim fazeis parte de uma grande família, que difunde o Evangelho no mundo. Assim pertenceis a uma rede grandiosa. Vemos aqui como se reflecte a família dos diversos povos. Vós estais nesta grande família: cada um desempenha o seu papel e, em conjunto, todos vós sois missionários, portadores da obra missionária da Igreja. Tendes um bonito programa, indicado pela vossa porta-voz: ouvir, rezar, conhecer, compartilhar e solidarizar. Estes são os elementos essenciais que realmente constituem um modo de ser missionário, de dar continuidade ao crescimento da Igreja e à presença do Evangelho no mundo. Gostaria de ressaltar alguns destes pontos.

Em primeiro lugar, rezar. A oração é uma realidade: Deus ouve-nos e, quando oramos, Deus entra na nossa vida, torna-se presente e operante no meio de nós. Rezar é algo muito importante, que pode mudar o mundo, porque torna presente a força de Deus. E é importante ajudar-se no acto de rezar: oremos juntos na liturgia, rezemos em conjunto na família. E aqui diria que é importante começar o dia com uma pequena oração e, depois, terminar o dia também com uma pequena prece, recordando os pais na oração. Rezar antes do almoço, antes do jantar e por ocasião da celebração coral do domingo. Um domingo sem Missa, a grande oração comum da Igreja, não é um domingo verdadeiro: falta precisamente o coração do domingo, e assim também a luz para a semana. E podeis ajudar também os outros — de modo especial quando em casa, talvez, não se reza, não se conhece a oração — ensinando os outros a rezar: orar com eles e desta forma introduzir os outros na comunhão com Deus.

Depois, ouvir, ou seja, aprender realmente o que Jesus nos diz. Além disso, conhecer a Sagrada Escritura, a Bíblia. Na história de Jesus aprendemos — como o Cardeal disse — o rosto de Deus, aprendemos como é Deus. É importante conhecer Jesus profunda e pessoalmente. Assim Ele entra na nossa vida e, através da nossa vida, entra no mundo.

E também compartilhar, não desejar as coisas unicamente para nós mesmos, mas para todos; dividir com o próximo. E se virmos outra pessoa que talvez tenha necessidade, que seja menos dotada, temos que a ajudar e assim tornar presente o amor de Deus sem grandes palavras, no nosso pequeno mundo pessoal, que faz parte do grande mundo. E desta maneira tornamo-nos em conjunto uma só família, onde todos se respeitam: suportar o outro na sua alteridade, aceitar precisamente também os antipáticos, não deixar que alguém seja marginalizado, mas ajudá-lo a inserir-se na comunidade. Tudo isto quer dizer, simplesmente, viver nesta grande família da Igreja, nesta grandiosa família missionária. Viver os pontos essenciais como a partilha, o conhecimento de Jesus, a oração, a escuta recíproca e a solidariedade é uma obra missionária, porque ajuda a fazer com que o Evangelho se torne uma realidade no nosso mundo.

Fonte: Garotada Missionária.

sábado, 3 de julho de 2010

Coordenadores se reúnem


Aconteceu hoje (03) na sede da Infância Adolescência e Juventude Missionária no centro de Ipanguaçu, a reunião com os coordenadores e assessores da Infância Missionária da zona Urbana. O Objetivo da reunião foi discutir a volta das atividades da Infância após os festejos juninos e a os grupos nos bairros da cidade.
O encontro contou com a participação dos coordenadores gerais de Ipanguaçu, Rafael Tavares, Alêssa Thaynara e Keyson Cunha.

Grupo de Oração
Hoje a noite acontece também a primeira reunião com membros do grupo de oração Santa Tersinha, onde terá como pauta principal os preparativos para a Festa de Santa Tersinha 2010.

Próximo encontro
E no próximo sábado (10) acontecerá uma nova reunião com todos os coordenadores e assessores da pontifícia obra, reunindo zona urbana e rural, onde será discutida a infância nas localidades da cidade.

Ipanguaçuenses Solidários...

As chuvas que castigam a região Nordeste do Brasil provocaram enchentes de proporções catastróficas. Os estados de Pernambuco e Alagoas foram os mais afetados e a região da divisa entre os estados é a mais castigada.

Para amenizar os Ipanguaçuenses se reúnem para uma campanha Solidária para arrecadação de donativos destinados às vítimas das enchentes. Os postos de coleta em Ipanguaçu acontecem na Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes e na Loja Cícera Variedades, durante todo o dia. A campanha está arrecadando roupas, cobertores, redes, toalhas, agasalhos, colchões e colchonetes. Se você é de Ipanguaçu ou de outra cidade AJUDE.

“As mãos que tanto receberam solidariedade em momentos de igual dificuldade, agora se abrem para partilhar da dor de outros nordestinos!”

quinta-feira, 3 de junho de 2010

2º Encontro da JM no Rio Grande do Norte



A Juventude Missionária do Rio Grande do Norte realizou seu 2º Encontro Estadual nos dias 28 a 30 de maio, na Casa de Repouso, em Ponta Negra; Contando com a participação de 28 jovens e a assessoria do Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária, Pe. André Luiz Negreiros e coordenação de Sérgio e demais jovens da equipe estadual.

A juventude Missionária de Ipanguaçu, esteve presente no encontro de formação.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Assessores da JM participam de Encontro em Natal/RN

Assessores paroquiais da Juventude Missionária da Arquidiocese de Natal e das Dioceses de Caicó e de Mossoró, participam de Encontro Estadual, nos próximos dias 28, 29 e 30 de maio, na Casa de Repouso Nossa Senhora das Neves, em Ponta Negra, Natal, no Rio Grande do Norte. A intenção é partilhar experiências e promover um momento de formação.
O encontro será assessorado pelo secretário nacional da Pontifícia Obra de Propagação da Fé e Juventude Missionária, Pe. André Luiz de Negreiros. Ele abordará os temas: “Juventude Missionária na Missão Continental” e “Evangelização como vocação própria da Igreja”.

Ipanguaçu realiza caminhada no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), em parceria com as diversas secretarias do município e o Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente promoveram, ontem (18), uma caminhada com o objetivo de comemorar o Dia Nacional de Combate ao Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A manifestação foi aberta com uma concentração no Ginásio Poliesportivo José Araujo Filho, de onde os manifestantes saíram em caminhada pela avenida principal.


Com faixas, carros de som, cartazes e apresentação do coral sacramento centenas de crianças e jovens realizaram pelo Centro de Ipanguaçu pelo Dia Nacional de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

"Os casos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes são considerados crimes de violação dos direitos humanos", diz Maria das Graças presidente do CMDCA. A Vice Prefeita Vera Lucia esteve presente na caminhada onde enfatizou a importância dos pais em estar sempre presente na vida dos seus filhos, e alertas aos direitos delas.

A secretária adjunta da Assistência Social Francisca Rodrigues (Franci) conta a importância do 18 de maio e acrescentando que a Secretaria desenvolve trabalhos constantes no que diz respeito à promoção da melhoria da qualidade de vida das crianças e adolescentes do Município. A manifestação, segundo Franci, visa repercutir a necessidade do trabalho em conjunto dos órgãos públicos e da população contra essa violação de direitos. 

A caminhada teve encerramento na secretaria de Educação com o coral sacramento, cantando castelos de sonho.  

Diretores, funcionários das diversas secretarias estiveram presentes na marcha, o articulador do selo UNICEF, Fernando Neto, esteve presente também na caminhada junto da Infância Adolescência e Juventude Missionária.


O dia 18 de Maio foi escolhido para marcar a luta contra o abuso sexual de menores, pela morte, em 1973, em Vitória (no Espírito Santo), da menina Araceli, de apenas oito anos. 
Num ato que chocou o país na época, a menina foi raptada, drogada, violada, morta e carbonizada e os responsáveis eram jovens de classe média e alta que saíram impunes, por ter já prescrito o crime. 

terça-feira, 4 de maio de 2010

INFÂNCIA DE IPANGUAÇU DECRETA 7 DIAS DE LUTO


Paróquia de Nossa Senhora de Lourdes
Pontifícia Obra da Infância Adolescência e Juventude  Missionária de Ipanguaçu

Que o Senhor da vida glorifique sua vida na glória eterna.
A Coordenação Geral da Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária de Ipanguaçu, em razão do falecimento do Secretário Nacional da Infância e Adolescência Missionária, PADRE EDSON ASSUNÇÃO SANTOS RIBEIRO, resolve decretar 07 (sete) dias de luto, devendo a bandeira oficial desta obra permanecer hasteada a meio mastro e ser observado em todas as reuniões que se realizarem neste período um minuto de silêncio em memória do grande missionário falecido.
“Não morro, entro na vida.” (Santa Teresinha)
Ipanguaçu, 04 de maio de 2010.

Rafael Cosme Tavares, Keyson Carlos da Cunha e Alêssa Rocha.
Coordenação Geral

Estamos de luto... Pe. Edson faleceu.

Ontem, 03 de maio de 2010, às 21h, faleceu o padre Edson Assunção Santos Ribeiro, 44 anos, natural de Contagem (MG) mas pertencente ao clero de Niterói.
Pe. Edson, desde dezembro de 2005, era Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Infância Missionária.
O padre estava desde sexta feira em Barra do Garças, orientando um encontro de formação de assessores da Infância Missionária (EFAIAM) e deveria retornar a Brasília ontem no fim do dia.
A morte aconteceu na estrada que vai de Araguaiana a Barra do Garças, no Mato Grosso e foi provocada por um acidente de carro. O veiculo onde viajava o padre Edson, em companhia do Pe. Wiliam e do leigo Fausto, ao atravessar uma ponte, ficou desgovernado, provocando a morte instantânea do Padre Edson e ferimentos no padre Wiliam.
Quem foi o Pe. Edson?
Deixemos que ele mesmo se apresente, como fez no seu site na internet.

Nascido aos 15 de agosto de 1966, em Contagem - MG, é filho de Manoel Linhares Ribeiro e Ilda dos Santos Ribeiro (in memoriam). Tem dois irmãos, Paulo e Maria das Graças.
Desde a primeira infância manifestou a intenção de ser padre. "Lembro-me que aos quatro anos de idade já falava em ser padre quando crescesse. Todo mundo achava 'bonitinho', mas 'coisa de criança, quando crescer muda de idéia'. Cresci, mas a idéia permaneceu cada vez mais forte, porque não era minha: vinha de Deus".
Quando sua casa estava sendo construída (no que ajudou carregando tijolos com seus pequenos irmãos) usava as estacas e novos cômodos como igrejinha e celebrava missa para seus irmãos, batizava as bonecas da caçula, fazia pregações, imitando o pároco.
Aos dez anos entrou para o grupo dos coroinhas. "Era uma grande alegria estar no altar, perto do padre, ajudando a Santa Missa. Tudo tinha que sair perfeito: era para Jesus". Entre uma "paquera" e outra a vocação foi se firmando.
Aos 13 anos começou a freqüentar um grupo vocacional na Paróquia vizinha, cujo pároco, Pe. Paulo Lopes de Faria, hoje Arcebispo de Diamantina, o trouxe para o Seminário de Niterói, quando Bispo auxiliar desta Arquidiocese, depois de bater em várias portas de seminário, não sendo aceito por ainda ser muito novo e não ter concluído o segundo grau.
Ingressou no Seminário São José em fevereiro de 1982, para cursar o 2º grau (Seminário Menor), e neste Seminário recebeu toda sua formação para o sacerdócio. Durante o 2º grau estudo nos colégios Pio XI, Liceu Nilo Peçanha e NS Mercês, todos em Niterói. Depois , já no Seminário Maior, cursou filosofia e teologia no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro.
Recebeu o Ministério de Leitor na Paróquia NS Neves e o Ministério de Acólito na Paróquia São Lourenço. Foi ordenado Diácono em 11/12/1989 em Rio Bonito , junto com seu companheiro de caminhada Pe. Miguel Fernandes, que o acompanhou na mesma turma durante oito anos. "Gente boa, o Gué!"
Um problema de saúde em 1990, levou a adiar por dois anos sua ordenação sacerdotal. "Entrei em crise: será que este não era um sinal de Deus, de que esta não era sua vontade para minha vida? Foram anos de sofrimento, mas de amadurecimento. Deus, porém, não me deixou na mão. Discretamente me dizia: 'vá em frente, meu filho, eu te escolhi'. Então, nunca mais tive dúvidas: é esta a vontade do Pai, á qual procuro sinceramente responder a cada dia de minha vida".
Finalmente, o grande dia: 12 de dezembro de 1992! Na Porciúncula de Santana Dom Carlos Alberto Navarro (in memoriam) o ordena "Sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec". Família reunida, igreja lotada, agora Edson é Padre, junto com Ricardo e Frei Fernando. No dia seguinte, a primeira missa no Seminário. Tantas e fortes emoções. Seguem-se outras missas solenes: Barreto (onde morava já há um ano e para onde foi nomeado vigário paroquial), São Lourenço, Covanca, Silva Jardim... paróquias onde fizera seu estágio pastoral, depois, Jardim Industrial, em Contagem - MG, onde crescera junto aos seus familiares e amigos, que também lotaram a igreja paroquial.
De volta para Niterói, passou a exercer seu ministério pastoral como Vigário Paroquial do Barreto, ao lado de seu irmão mais velho ("mais experiente") e grande amigo Mons. Guedes, que, aliás, foi quem o recebeu no Seminário. Continuou também a trabalhar na Cúria, como Chanceler do Arcebispado (já o fazia há mais de um ano) e estudar Direito Canônico no Rio. Logo foi acumulando outras funções: coordenador da catequese, secretário do Sínodo Arquidiocesano, professor e diretor do Instituto de Formação Estrela da Evangelização (do qual é um dos fundadores), idem dos CPCs (Curso de Pastoral Catequética) de Niterói e São Gonçalo.
Em 1993 foi nomeado Juiz Instrutor da recém criada Câmara Eclesiástica Auxiliar Permanente de Niterói, função que exerceu até fevereiro de 2006. Em 1995/6 acumulou, com Mons. Guedes, a Paróquia NS Nazaré, no Caramujo.
Em 1998 foi transferido para Paróquia NS Neves, onde ficou seis anos, sendo que em dezembro de 2002 acumulou a Paróquia Santo Antonio, na Covanca. Devido ao acúmulo de trabalho, pediu dispensa do cargo de Chanceler no final de 1999, ficando, porém, como vice até meados de 2004.
Também em 1999 trocou de função com Ir. Inês Maria, ficando encarregado da Dimensão Missionária da Arquidiocese, visto que já há alguns anos estava trabalhando na implantação da Infância Missionária na Arquidiocese e no país (pertencendo á Equipe Nacional da Infância Missionária) e também participando da Missão Jovem de nossa Arquidiocese, funções que continua exerceu até fevereiro de 2006.
No dia 03 de novembro de 2004 assumiu a Paróquia de São João Batista, em Itaborai, deixando Neves e Covanca. Em Itaborai trabalhou com afinco na reestruturação pastoral da Paróquia e na restauração da casa paroquial.
Nos meses de outubro e novembro de 2005 teve a felicidade de estar em Roma para um curso de Espiritualidade Sacerdotal Missionária.
Atendendo insistente solicitação da CNBB e das POM, no dia 12/12/2006 é transferido para Brasília, onde passa a exercer a função de Secretário Nacional da Infância e Adolescência Missionárias e onde também assume a função de SCE das de 2 Equipes de Nossa Senhora, como já o fazia em Niterói.