quinta-feira, 4 de março de 2010

INFÂNCIA ENTREGA O RELATÓRIA PARA A ARQUIDIOCESE DE NATAL

rveja na integra

ÁREA PASTORAL NOSSA SENHORA DE LOURDES


PONTIFÍCIA OBRA DA INFÂNCIA ADOLESCÊNCIA
 E JUVENTUDE MISSIONÁRIA
Rua José Medeiros, 133, Centro, Ipanguaçu/RN – 59.508-000
blog:   infanciadeipanguacu.blogspot.com.



RELATÓRIO PARA A ARQUIDIOCESE DE NATAL
INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA MISSIONÁRIA
JUVENTUDE MISSIONÁRIA
AMIGOS DA INFÂNCIA MISSIONÁRIA
GRUPO DE ORAÇÃO SANTA TERESINHA
MOVIMENTO APOSTÓLICO DA MÃE PEREGRINA
IPANGUAÇU/RN, FEVEREIRO DE 2010.

1. Origem
            Em abril de 1996 as Irmãs Ursulinas, então responsáveis pela Comunidade Nossa Senhora de Lourdes em Ipanguaçu, enviaram três pessoas da cidade para um Encontro na Casa do Menor Trabalhador, na capital. Foi um domingo de apresentação do trabalho da Infância Missionária, fundada na França, em 1843, e presente na Arquidiocese de Natal. Esta Obra Pontifícia foi fundada em Ipanguaçu no mesmo mês, já reunindo mais de 30 crianças e adolescentes, com o apoio e a atenção do Pe. Orcenival Maria.
2. Objetivos
            Desde o início o objetivo geral de evangelizar e ajudar as crianças por meio das crianças, tornando-as protagonistas da missão, oferecendo orações e sacrifícios pelas missões universais, através do protagonismo infanto-juvenil foi uma constante. A zona rural foi, aos poucos, aderindo ao trabalho missionário.
3. Formação de Assessores
            A participação nos EFAIM'S – Encontro de Formação para Assessores da Infância e Adolescência Missionária (IAM), em Guarabira/PB, Patos/PB, Aracajú/SE, Caicó/RN Natal/RN e Mossoró/RN, de representantes do município nos trouxe as evoluções promovidas pelo Secretariado Nacional que foram sempre acompanhadas por nós, além da assinatura de revistas missionárias e constante acesso à internet nos sites especializados.
4. Formação de Coordenadores
            Os ELMI'S, Encontros de Líderes Missionários, realizados dezenas de vezes, se tornaram uma experiência ímpar na vida de gerações de crianças, adolescentes e jovens de Ipanguaçu. São encontros de experiência com Deus, seguindo a mística e espiritualidade da Infância Missionária: realidade missionária, espiritualidade missionária, compromisso missionário e vida de grupo. Encontros com número entre 30 e 80 participantes que coordenam os grupos da IAM que se reúnem semanalmente na cidade e nas comunidades rurais. É o momento de formação, onde os participantes se hospedam no Centro Pastoral Santa Ângela, dormem e passam dois dias diferentes, com palestras, dinâmicas, oficinas e celebrações.
5. Grupo de Animação Missionária
            Com o aumento de participantes e de grupos, que em anos anteriores chegaram a 700, a necessidade de adultos para colaborar na obra fez despertar a idéia de se criar um GAM – Grupo de Animação Missionária, que colaborou por alguns anos com o serviço nos encontros e movimentos realizados. Reunindo-se semanalmente para estudo missionário também contribuiu para a disseminação desta obra.
6. A Infância Missionária nas Escolas
            O GAM formou a IAM nas Escolas – Escola Estadual José Medeiros, Jardim escola Elisa Ribeiro de Oliveira, Escola Estadual Cel. Ovídio Montenegro e Externato Nossa Senhora de Lourdes. As Escolas participaram e se empenharam muito neste trabalho com momentos diários de oração, encontros semanais, visita de N. Sra. de Lourdes no mês mariano, peregrinação de Santa Teresinha e procissão no dia 1º de outubro, Desfile missionário, novenas e celebrações.
7. Sede Municipal da Infância Missionária
            Como a obra cresceu bastante, depois de passar por um momento crítico que contou com o apoio incondicional e decisivo de Dom Heitor de Araújo Sales, então Arcebispo Metropolitano, recebemos do novo pároco, Pe. Valtair Lira Lucas, a Casa Paroquial para lhe servir como Sede Municipal. A casa necessitava de reforma e foi através de bazares e fabricação de detergentes e água sanitária, vendidos porta-a-porta pelas ruas, além das promoções e doações da comunidade, que foram feitos os reparos, ampliação e dada nova estrutura a casa, mantendo hoje apenas a fachada histórica já que tudo o mais foi reformado e substituído.
8. Grupo de Oração Santa Teresinha
            A nova Sede passou a ser referência para nossos grupos e toda a comunidade. É um lugar de evangelização. Desde o primeiro dia que recebemos a casa montamos uma capela onde as freiras que moraram na casa anteriormente adoravam o Santíssimo Sacramento, daí o Espírito Santo despertou a necessidade de um Grupo de Oração, formado com os familiares das crianças, sendo o pioneiro na cidade. O Grupo de Oração Santa Teresinha, como foi chamado, em homenagem à padroeira universal das missões e da IAM, foi idealizado para seguir a mística e espiritualidade missionária, prevendo apenas 12 participantes, contudo as pessoas procuraram tanto o grupo que já se registrou anos em que participavam ativamente mais de 100 fiéis.
            Todo sábado o Grupo de Oração se encontra na Igreja para refletir, rezar, entrar em sintonia com Deus e conviver em comunidade. Os temas são escolhidos previamente no planejamento anual e as equipes se reversão na preparação da dinâmica de cada encontro. São comuns as tardes de reunião para formação: ABC da Bíblia, Sacramentos, Quaresma e Campanha da Fraternidade, Vida de Santa Teresinha, Estudo missionário sobre São Francisco Xavier. As confraternizações de Páscoa e Natal acontecem todos os anos com palestras de auto-motivação, amigo secreto, música e partilhas. Somos uma família. Em 2009 renovaram a consagração 47  pessoas e 03 se consagraram pela primeira vez.
9. Festa de Santa Teresinha
            O Grupo de Oração Santa Teresinha passou, desde sua fundação em 2002, a realizar Tríduo em honra à Doutora da Igreja, inicialmente na Sede, passando em seguida para a Igreja de N. Sra. de Lourdes, em razão do grande número de pessoas que participavam das celebrações. Tal festa tomou dimensões maiores, sendo momento forte em que toda a comunidade se envolve e participa. A programação já se tornou tradição: peregrinação nas comunidades, encontros nas praças e bairros em preparação para a festa, abertura com caminhada ainda de madrugada, café da manhã comunitário, novena das rosas ao meio dia, missas, consagrações da IAM e do Grupo de Oração Santa Teresinha, procissões, participação das comunidades e das escolas, quermesse, apresentações culturais.
            A cada ano, durante a Festa de Santa Teresinha, realizamos a Consagração dos missionários(as) e dos participantes do Grupo de Oração Santa Teresinha, conforme prevista nas Diretrizes e Orientações da Obra, publicadas pelas POM.
10. Missão na Comunidade de Capivara
            A necessidade de evangelizar nossas comunidades rurais que se encontravam adormecidas, como ainda hoje algumas estão, já que são em grande números e distantes da zona urbana, nos impulsionou, a pedido de Pe. Valtair, a adotar a comunidade de Capivara. Lá passamos seis meses com várias equipes que prepararam para a 1ª Eucaristia, formaram grupo de jovens, dízimo, Mãe Peregrina, fortificaram a Infância Missionária (único movimento eclesial até então existente) e Grupo de Oração. Santa Ângela Promovemos a escolha da padroeira, iniciamos a capela e inauguramos alguns anos depois, sendo celebrada todos os anos a festa da padroeira além de reuniões e celebrações dos tempos litúrgicos o ano todo.
11. Movimento Apostólico da Mãe Peregrina
            A devoção mariana nos fez descobrir no Movimento Apostólico da Mãe Peregrina um meio de chegar as lares e entrar nas famílias ipanguaçuenses.  Em contato com a Coordenação Arquidiocesana recebemos convite para prestigiar a visita do Coordenador Nacional à cidade de Lajes, e de pronto reunimos 15 pessoas para assumirem o movimento na cidade, tendo participado da formação. Cadastramos as famílias e as imagens foram enviadas. No ano seguinte estendemos o Movimento à zona rural. Hoje 1.110 famílias recebem a Mãe Rainha e Vencedora em suas casas sendo 16 imagens na zona urbana e  21 na zona rural.
            Todo o dia 18 se celebra a renovação da aliança na igreja matriz e nas capelas, conforme orientação do Secretariado Nacional com Sede no Santuário Tabor de Santa Maria/RS. Em 2008 reunimos 50 participantes do movimento para nos irmanarmos com a Arquidiocese que segue anualmente em Romaria ao Santuário da Mãe Rainha em Olinda/PE.  Participamos dos encontros anuais do Movimento na Arquidiocese para nos mantermos em comunhão com nossa igreja particular de Natal. Visitamos anualmente as famílias e as comunidades inscritas no movimento, divulgando as músicas, o devocionário e o capital de graças.
12. Missão em outras comunidades
            A experiência em Capivara nos impulsionou a iniciar a missão na Comunidade de Língua de Vara, onde não obtivemos grandes sucessos, pois logo que deixamos de ir semanalmente o grupo parou de se encontrar. Contudo, seguimos adiante nas comunidade de Canto Claro e Angélica onde as sementes foram semeadas e deram frutos: escolha dos padroeiros, Mãe Peregrina, Irmandade de Santa Clara, Apostolado da Divina Misericórdia, Infância e Adolescência Missionária, construção de duas capelas (uma em cada comunidade) e realização das festas de padroeiros. Seguindo a missão na zona rural, começamos o mesmo trabalho na comunidade de Cuó: Grupo de Oração Sagrada Família, IAM, dízimo, Mãe Peregrina, Capela e festa do padroeiro. Na comunidade de Luzeiro formamos o Grupo de Oração Coração de Maria, Grupo de Oração Coração de Jesus, dízimo, terço da misericórdia, ofício de Nossa Senhora,  fortalecemos a IAM, concluímos a reforma da Capela que há mais de 2 anos estava parada, erguendo torre, substituindo as imagens e  instalando o sacrário.
13. São Francisco Xavier
            No Bairro Maria Romana, formamos o Grupo de Oração São Francisco Xavier, em honra ao também padroeiro das missões, estamos construindo a capela e realizamos a festa do padroeiro, além de fortalecer a IAM.
14. Vida de Grupo
            Em 2009 realizamos viagem para assistir a Paixão de Cristo em Nova Jerusalém/PE, Romaria ao Santuário de Nossa Senhora das Graças, Florânia/RN, visita à Festa de Sant'Ana, em Caicó/RN, Canção Nova/SP, Convento Nossa Senhora da Penha/ES e Aparecida do Norte/SP, além de dias de Vida de Grupo na Paraíba e Ceará. Participamos de shows com Pe. Antônio Maria e Pe. Fábio de Mello. A cada dias se fortalecem os laços que matem unido o grupo.
15. Biblioteca Infanto Juvenil da Infância Missionária Profª. Maria Hilca
            Com a finalidade de colaborar na formação de cidadãos conscientes e livres, na certeza que a educação é o meio possível para o desenvolvimento intelectual das crianças e adolescentes, considerando a imperiosa necessidade de se incentivar o hábito da leitura, observando que Ipanguaçu, com mais de 12.000 habitantes não possui mais uma biblioteca pública, já que há anos foi desativada a (defasada) Biblioteca Municipal João Lins Caldas,  partindo do lema da Infância e Adolescência Missionária (IAM), “Criança evangeliza e ajuda criança”, que busca desenvolver o protagonismo infanto-juvenil há mais de 13 anos neste Município de Ipanguaçu e o interesse dos frequentadores da nossa Sede na leitura de gibis, resolvemos criar a Biblioteca Infanto-Juvenil da IAM, que funciona  na Sede Municipal. Foi escolhida por patrona a Professora Maria Hilca de Alcântara, pela dedicação na alfabetização de tantos ipanguaçuenses. Foi inaugurada no dia 07 de setembro de 2009 com a presença de toda a comunidade, homenageada e seus familiares, inclusive do prefeito de Valença do Piauí/PI, filho da patrona, que colaborou e ainda doou um computador para a biblioteca.
            As doações de livros superaram as expectativas, estando hoje com acervo de mais de 1.000 livros eque vieram de todas as partes do Estado. Com os recursos arrecadados na Festa de Santa Teresinha estamos para dar início a construção de uma sala que será destinada à biblioteca.
16. Juventude Missionária
            Em 2009, impulsionados pela participação no EFAIM de Emaús/RN, formamos a Juventude Missionária, com a participação de 20 jovens, em sua maioria que já foram integrantes da IAM, com reunião semanal na Sede e seguindo os roteiros elaborados pelas Pontifícias Obras Missionárias.
17. Pastoral de conjunto
            Nossos grupos participam de todas as festas de padroeiros da cidade e zona rural, sendo tradicional a Noite da IAM que já se realizou por 14 vezes na Festa de Nossa Senhora de Lourdes, padroeira da cidade. Também compartilhamos nossa experiência em diversos municípios, ajudando na implantação desta Obra: Alto do Rodrigues, Pendências, Guamaré, Angicos, Vera Cruz, Itajá, Mossoró, Caraúbas, Assú (Diocese de Mossoró).
            Assumimos, ao longo dos anos, a liturgia da missa dominical uma vez por mês, além dos momentos celebrativos fortes como Adoração ao Santíssimo Sacramento, Semana Santa, entre outros.
            Todos os anos a Prefeitura Municipal coloca à nossa disposição um ônibus para participarmos do Encontro Estadual da IAM, em Natal.
            Mantemos na internet um blog, profile e comunidades no orkut para divulgarmos nossos trabalhos e atividades.
18. Participação nos Conselhos Municipais
            Como obra direcionada à criança e ao adolescente de Ipanguaçu, temos assento no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente desde sua fundação, além de participarmos das Conferências Municipais da Cidade, Assistência Social e outros eventos acerca das melhoria das políticas públicas municipais. Por duas vezes nosso representante foi eleito delegado em nome das entidades não-governamentais do município para participar da Conferência Estadual da Assistência Social. Colaboramos na disputa pelo Selo Unicef,  participando inclusive de encontros na capital e com envio de relatórios e fotos do trabalho realizado. Na festa da entrega do Selo na cidade fizemos exposição dos trabalhos e obtivemos grande impulso por parte do representante do Unicef no Brasil e do Prefeito Municipal, sendo citado no Jornal do Selo.
            Vale lembrar a escolha do coordenador geral como Sonhador do Milênio, no ano 2000, sendo levado pela Unesco e pela Mc Donald's para um encontro mundial na Disney, tendo sido apenas dois trabalhos escolhidos no Nordeste, sendo notícia mais de uma vez na Tribuna do Norte.
            Também a Fundação Itaú selecionou a IAM para participar de um curso de formação em Recife/PE, junto com outros trabalhos em prol da comunidade do Brasil inteiro.
19. Amigos da Infância Missionária
            Muitas são as pessoas que colaboram conosco, dessas alguns voluntários formaram, em abril de 2009, o grupo de Amigos da Infância Missionária, responsáveis pela animação do Terço Missionário na Sede, recreação e jogos educativos, direção da biblioteca, Coral da IAM, realização de eventos e captação de recursos.
20. Coral da Infância Missionária
            Em abril de 2009 foi criado o Coral da Infância Missionária com a finalidade de promover a cultura e propiciar aos participantes o acesso à música brasileira de melhor qualidade, tendo o mesmo se apresentado por diversas vezes na cidade e no Encontro Estadual da IAM, em Natal.
21. Desfile Missionário e Bolo Gigante
            Todos os anos comemoramos o mês missionário com o “Crianças em Missão” que engloba diversas atividades missionárias com os participantes da IAM, tais atividades se encerram com o Desfile Missionário, dia em que todos os trabalhos desenvolvidos são mostrados à cidade através de um grande desfile pela avenida principal da cidade. Foram temas do desfile: História da IAM, Vida de Santa Teresinha, Evangelho de Lucas, Eucaristia, Dom Hélder Câmara, Frei Damião e Irmã Lindalva, e em 2009, os 100 anos da Diocese de Natal. O Diácono Haroldo Lima, Coordenador Estadual e Arquidiocesano da IAM é presença confirmada todos os anos nesta festa que reúne mais de 1.000 pessoas.
            Findo o desfile é servido um bolo que a cada ano aumenta um metro, em 2009 foram 13 metros, todo doado por todos os participantes e confeitado pelo Grupo de Oração.
            Considerando importante para o município, o prefeito municipal convidou em 2009 a IAM para integrar as festividades do aniversário de Emancipação Política, sendo nosso desfile o responsável pela abertura das comemorações.
22. Desafios
            Poderíamos contribuir mais na construção do Reino de Deus. É necessária uma política de inclusão em nossa Igreja, tornando-a mais aberta para o protagonismo do leigo com apoio do clero, como quer o papa e os documentos da Igreja. Muitas vezes o apelo missionário que ecoou em Aparecida e em todos outros momentos importantes da Igreja não se tornam realidade na prática, falta o diálogo, o acolhimento e especialmente a democratização das relações pastorais. Necessitamos de investimentos em formação, material, encontros. Necessitamos, com urgência do acompanhamento, incentivo e apoio de nossa Igreja.
            Outras dificuldades também existem: as longas distâncias do centro para as comunidades, transporte, maior compromisso.
           
Comunidades que possuem Infância e Adolescência Missionária
Nº de Grupos
Nº de Coordenadores e Assessores
Nº de Missionários
Luzeiro
2
5
28
Cuó
1
3
7
Capivara
1
2
12
Canto Claro
1
1
24
Angélica
1
1
27
Arapuá
1
3
15
Picada
2
4
30
Itu
1
4
15
Lagoa de Pedras
1
2
35
Beira Rio
2
5
15
Centro
2
4
25
Pedrinhas
4
8
30
TOTAL
19
42
263


Capelas da
Mãe Peregrina
Nº de capelas
Nº de Missionárias
Nº de famílias
Pataxó
4
4
120
Pedrinhas
3
3
90
Luzeiro
2
2
60
Cuó
1
1
30
Baldum
1
1
30
Base Física
1
1
30
Picada
2
2
60
Capivara
1
1
30
Canto Claro
1
1
30
Angélica
1
1
30
Arapuá
3
3
90
Tabuleiro Alto
1
1
30
Centro e Bairros
16
16
480
TOTAL
37
37
1.110


Grupos
Nº de Participantes
Coordenadores
Infância e Adolescência Missionária
305
Rafael Cosme Tavares
Keyson Cunha
Alêssa Rocha
Rayanara Ribeiro
Movimento Apostólico da
Mãe Peregrina
39
Socorro Alcântara
Janilda Lobato
Elenilda dos Santos
Juventude Missionária
21
Janailde Silva
Grupo de Oração Santa Teresinha
50
Etelvina Teófilo
Marluce de Melo
Amigos da Infância Missionária
5
Edileuza Cunha
Coral da Infância Missionária
20
Karina Alcântara
Biblioteca Profª. Maria Hilca
indeterminado
Salete Silveira



Santa Teresinha do Menino Jesus e São Francisco Xavier, rogai por nós!
“De todas as crianças do mundo, sempre amigos(as)!”


Rafael Cosme Tavares
Coordenação Geral

Campanha da Fraternidade 2010 – Ecumênica


TEMA: Economia e Vida
LEMA: “Vocês Não Podem Servir a Deus e ao Dinheiro”. (Mt 6,24)

Introdução
Pela terceira vez temos uma Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) este ano de 2010 é promovida em conjunto pelas igrejas que fazem parte do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), como aconteceu em 2000 e 2005. O que move as igrejas a agir é a graça, o amor de Deus e o testemunho de sua fé em Jesus, hoje as igrejas cristãs devem ser testemunhas da fraternidade, justiça e paz sobre a Terra.
O CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil), fundado em 1982, defina-se como uma associação fraterna de igrejas que confessam o Senhor Jesus Cristo como Deus e Salvador. Sua missão é servir as igrejas cristãs no Brasil, na vivência da comunhão em Cristo, na defesa da integridade da criação, promovendo a justiça e a paz para a gloria de Deus. Hoje fazem parte do CONIC as igrejas: Católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana no Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.
A parceria ecumênica demonstra unidade no essencial da fé e no empenho pela construção de um mundo melhor para todas as pessoas.

Fraternidade e Economia
Economia vem do grego oikos + nomos que significa "administração da casa", tem o sentido de providenciar tudo que é necessário a sobrevivência. Uma atividade realizada por pessoas, devendo orientar-se ao serviço das pessoas como centro e protagonistas e razão de ser da vida econômica e social. A economia como ciência deve ser integralmente orientada para a construção do bem comum.
O objetivo desta CFE é: "colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura da paz, a partir do esforço conjunto das igrejas cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum em vista de uma sociedade sem exclusão".

A Sociedade e a Economia Solidária
A sociedade democrática necessita de organização para que as pessoas encontrem formas de garantir representatividade. Em nossa sociedade existem muitas organizações que cuidam de uma economia solidária colaboram com o bem comum. Mas há também pessoas que dificultam isso com o seu individualismo,o subjetivismo, o consumismo, e a busca da promoção social. Com esses mecanismos nossa sociedade passa a ser uma sociedade de exclusão e de abandono a economia solidária.
Uma questão colocada é a da política para todos, sendo que a política ("polis") nada mais é do que a participação de todos numa democracia, no Brasil infelizmente não é bem assim, são formas de governo que visam seus próprios bens, negam direitos e excluem o povo.
A superação dos problemas sociais, principalmente os decorrentes da ordem econômica, só é possível a partir da sociedade organizada, que possibilite a legítima participação de todos nas decisões das autoridades.
No Brasil existem muitas entidades filantrópicas que desenvolvem sistemas de microcrédito, com empréstimos que possibilitam a geração de emprego e renda e a superação de momentos de crise. Cobram taxas simbólicas que possibilitam aos pobres e necessitados a superação de muitos de seus problemas. As taxas de juros praticadas pelas instituições financeiras constituem-se no maior obstáculo para muitos superarem seus problemas ou investirem em projetos novos. Juros exorbitantes, o dinheiro deixa de ser um meio utilizado nas trocas para se tornar um produto de mercado, muito caro por sinal, e inacessível para muitos, tornando-se causa de exclusão social.
Um dos valores presentes na cultura de nosso povo é a solidariedade, o nosso povo é solidário, sensibiliza-se diante das necessidades e do sofrimento e está sempre pronto a dar sua colaboração para melhorar a situação dos que estão em dificuldades. Na cultura moderna também é marcada pelo individualismo e pelo consumismo; cada um defende seus interesses e cuida de sua própria vida e esquecem de sua responsabilidade social.
Na religião quando se fala em economia deva-se lembrar destas seitas e religiões que usam o nome de Deus para adquirirem dinheiro do povo, isso é ser uma falsa religião descompromissadas em relação à obra evangelizadora, a religião não é um fim em si, mas ela existe em função do reinado de Deus. Assim a Boa Nova de Jesus Cristo torna-se força transformadora do mundo, que aos poucos supera a cultura da morte, dando lugar à cultura da vida. Neste ano, apresentamos a questão econômica para que, a partir do evangelho, a economia esteja a serviço da vida.

Economia para a Vida
A economia existe para a pessoa e para o bem comum da sociedade, não a pessoa para a economia. Jesus segundo o Evangelho de Mateus no cap. 6, vers. 24 diz: "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro". Com isso nos é proposto uma escolha entre valores do plano de Deus e a rendição diante do dinheiro, visto como valor absoluto dirigindo a vida. O problema não é dinheiro em si, mas o uso que dele se faz. É útil como instrumento destinado ao serviço e intercâmbio de bens de uso, mas não pode ser o supremo comandante dos nossos atos, o critério absoluto das decisões dos indivíduos e dos governos. Deve ser usado para servir ao bem comum das pessoas, na partilha e na solidariedade. Nossa atitude diante do dinheiro mostra muito o tipo de pessoa que somos. Por isso Jesus diz: "Onde estiver o teu tesouro, ali também estará o teu coracão".(Mt 6,21). Se os bens do dinheiro continuarem a serem os sonhos de nossa sociedade, os valores se invertem e colocamos em segundo plano a pessoa, sua vida, sua dignidade seu bem estar. A relação com Deus e todas as demais aspirações humanas acabam por serem rebaixadas a valores secundários. Vemos assim que a acumulação, o não partir, tem profundas consequências espirituais. Uma correta escala de prioridades revela onde de fato está o nosso coração e se manifesta em diferentes campos de nossa vida. A Palavra de Deus nos convida a avaliar o que fazemos em vários âmbitos:
  • No âmbito social, a Bíblia nos mostra profetas acusando reis e gente poderosa que enriquece à custa do povo e não cuida bem daqueles a quem deveriam servir (Is 3,13-15; Jr 5,27-29. 8,11-12; Ez 34,2-4; Am 3,10).
  • No âmbito comunitário, a Bíblia tem propostas para a convivência, como, por exemplo, a diária do trabalhador que deve ser paga no mesmo dia, pois ele precisa disso para viver (Ex 19,13), e o socorro ao pobre que estiver por perto (Dt 15,7-11).
  • No âmbito pessoal, cada um é chamado a não praticar corrupção, afastar-se da desonestidade e viver a partilha no amor fraterno (Lc 3,10-14).
  • No âmbito eclesial e da prática religiosa, Deus quer primeiro a justiça e a fraternidade. Só assim ele aceita o culto que lhe é oferecido no templo (Am 5,24). A carta de Tiago lembra que a igreja não é lugar para privilegiar pessoas tendo como critério sua condição social (Tg 2,1-10).
Sendo assim no âmbito social, servir a Deus e não ao dinheiro exige a promoção de políticas que dêem a todos o direito de desenvolver seus talentos e viver dignamente. A pessoa e não o lucro, tem que ser o fator decisivo no estabelecimento de leis e procedimentos de âmbito nacional. No âmbito comunitário, estar atentos ao que acontece à nossa volta; será preciso juntar forças para ajudar onde for possível, criar instituições, trabalhos que ajudem a respeitar direitos e desenvolver talentos de maneira mais igualitária. No âmbito eclesial, servir mais a Deus e ao próximo do que desejar que Deus se coloque a nosso serviço para garantir prosperidade. No âmbito pessoal, educar-se e educar para o respeito ao direito de todos, para o cuidado responsável com o planeta, para a resistência às seduções do consumismo, para valorizar cada um pelo que é pelo potencial que tem e não por aquilo que possui com riqueza material. Reiteramos portanto a finalidade desta CFE: ser um instrumento à disposição das comunidades cristãs e de todas as pessoas de boa vontade para enfrentar, com consciência crítica, os temas do desenvolvimento e da justiça, da economia e da vida humana no Brasil e no mundo. Denunciamos a perversidade de todo modelo econômico que vise em primeiro lugar o lucro, sem se importar com a desigualdade, miséria, fome e morte. Afirmamos que a economia deve sustentar a qualidade de vida de todas as pessoas no limite das condições sustentáveis ao planeta e deve servir ao bem comum, universalizando os direitos sociais, culturais e económicos. Queremos buscar linhas de compromisso concreto e de ação para que a riqueza e a política económica sejam colocadas a serviço do desenvolvimento integral de toda a sociedade brasileira e da humanidade. Para se alcançar todas as metas a CFE destaca a importância da ação coletiva para a transformação social, o dialogo permanente e a articulação das forcas sociais, a colaboração entre Igrejas e sociedade.

A Economia Colonial Brasileira até os dias atuais
De acordo com o historiador Caio Prado Júnior, o Brasil foi ocupado e colonizado para fornecer especiarias para o mercado estrangeiro, uma economia meramente produtora e mercantil. Já na época imperial o que se teve foi uma continuação da economia colonial, mas favorecendo a elite em seu próprio benefício. Sendo assim, desde a época colonial e imperial do Brasil o que se pode observar é uma economia de riquezas, poder para alguns, exclusão, misérias e opulências. Com a república proclamada continua-se os mesmos processos do passado colonial, mas reforçando a classe dominante dando mais poderes, e juntamente aos setores industriais, fazendo uma economia voltada ainda e exportação e o país cada vez mais pobre e cheio de injustiças e exclusões. O Brasil hoje tem muitas manchas de seu passado de opressões da classe dominante, mas para alguns o Brasil é um país solidário e sempre está ajudando a quem precisa. Se hoje temos este tipo de economia capitalista que visa o lucro, o dinheiro em primeiro lugar o beneficio de si próprio é porque vivemos ainda do nosso passado colonial, o que precisa-se fazer é a ruptura com o passado colonial e fazer riquezas próprias dando mais ênfase as coisas brasileiras assim todos os brasileiros terão oportunidades e dinheiro justo para sua sobrevivência e fome e miséria poderão sim acabar e construir um país mais justo e fraterno. E hoje para se entender a economia atual precisamos da ajuda do passado para conseguirmos entender este presente e fazer um futuro melhor uma economia voltada para todos e sem exclusões.

O Agir na Economia
As comunidades cristãs não existem para si mesmas, mas são chamadas a servirem a todos sem exclusões. É neste aspecto que nossas igrejas colocam alguns pontos fundamentais para o bom êxito da CFE de 2010 e alcançar uma economia acessível a todos:
- Emancipação do ser-humano e do trabalho-renda para todos sobreviverem e se desenvolverem;
- Incluir a alimentação adequada entre os direitos previstos na Constituição Federal;
- Eliminar a prática do trabalho escravo;
- Combater o trabalho infantil;
- A defesa das leis trabalhistas e redução da jornada de trabalho;
- Continuar a exigir a Auditoria da dívida pública;
- Lutar em favor de uma tributação justa e progressiva;
- Exigir políticas econômicas redistributivas;
- Preservar o meio ambiente;
- Continuar a luta pela Reforma Agrária.
Estes processos são alguns pontos elaborados pelo texto base da CFE 2010 para se alcançar no agir do povo uma economia solidária em favor de todos.
Não vamos nos esquecer do gesto concreto que será feito no domingo de Ramos, este ano no dia 28 de março, colabore para que a CFE 2010 consiga alcançar suas metas de solidariedade e amor ao próximo. Lembrando que 60% ficarão para Diocese e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade todo dinheiro arrecadado e usado para o bem comum do povo brasileiro.
Assim não vamos esquecer-nos das palavras de Jesus de amor e fraternidade, todos unidos de mãos dadas por um mundo melhor de amor e paz e de uma economia de todos e para todos sem exclusões tendo como princípio de tudo o amor, que gera paz e justiça.
Fonte: Texto Base da CFE 2010 "Economia e Vida".
Bibliografia de uso: PRADO, Caio Júnior. Evolução Política do Brasil Colonial e Império.



Campanha Missionária de Outubro Ganha Novo Impulso


Com o objetivo de intensificar a divulgação da Campanha Missionária, realizada todos os anos no mês de outubro, as Pontifícias Obras Missionárias (POM) e organismos ligados ao Conselho Missionário Nacional (Comina), reuniram-se pela terceira vez em Brasília, no dia 22 de fevereiro. As estratégias de divulgação estão sendo elaboradas por uma comissão formada por representantes das principais forças missionárias do país, seguindo um cronograma de trabalho.

Para o Diretor das POM, Pe. Daniel Lagni, que promoveu e coordenou as discussões, a Campanha deve ir além da coleta. “É questão de criarmos uma consciência, uma dinâmica missionária em nós, na Igreja em todo o Brasil, numa ótica além-fronteiras, “ad gentes”. Para isso contamos com os meios de comunicação e a colaboração de todos os organismos”, destacou Pe. Daniel, ressaltando que a divulgação será feita entre todas as lideranças e pastorais, nas mais de 300 dioceses do Brasil.

Anualmente, para animar o Mês das Missões, as Pontifícias Obras Missionárias elaboram e enviam subsídios a todas as dioceses, como a Mensagem do Papa, santinhos com a Oração Missionária, folhetos informativos, textos e reflexões para as celebrações. Um dos desafios é garantir a distribuição do material que, por vezes, fica empilhado nas dioceses e paróquias. 

Para 2010, além desses subsídios, está sendo produzido um DVD, em colaboração com a Verbo Filmes. Segundo os coordenadores, a produção apresentará nove temas ligados à Campanha Missionária que, neste ano, aprofundará sobre Missão e Partilha, em sintonia com a Campanha da Fraternidade. Missão nas grandes cidades e nas periferias, Missão juntos aos povos famintos, Missão e religiosidade popular, Missão e partilha da terra, Missão e meio ambiente, Missão e partilha de bens e de pessoas, serão alguns dos temas abordados no DVD.

Outras iniciativas planejadas são a produção de spots para rádios e web sites, publicação de artigos, entrevistas e testemunhos de missionários. Todo o material de divulgação estará disponível no site das POM (www.pom.org.br).
A Campanha Missionária destaca também os desafios para a Missão na Amazônia. Aprovada pela CNBB, a primeira Semana Missionária para a Amazônia foi realizada em 2009, na última semana de outubro. Este ano ocorre a segunda edição da Semana, inserida no Mês das Missões. “O objetivo é fazer que todo o Brasil tome consciência sobre a situação da Amazônia, em todos os sentidos, inclusive sobre a Missão e a necessidade de enviar missionários para a Região”, explicou Ir. Maria Irene, da Comissão para a Amazônia da CNBB. “Dessa forma, o trabalho com as POM ganha força, e se torna mais visível”, sublinhou.
A liturgia é um espaço privilegiado para celebrar, rezar e colocar as comunidades em sintonia com a Missão além-fronteiras. Presente na reunião, Pe. Marcelo Conceição Araújo, do folheto litúrgico Deus Conosco, Editora Santuário, abriu espaço para publicar, semanalmente, artigos e inserir as preces nos roteiros das celebrações ao longo do mês de outubro. Esforços serão feitos para incluir o mesmo material em todos os demais folhetos litúrgicos editados no Brasil.

De acordo com Pe. José Altevir da Silva, Assessor da Comissão Episcopal para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, “a divulgação da Campanha Missionária por meio dos Conselhos Missionários e organismos visa tocar os corações das pessoas para que se descubram verdadeiros missionários”. Pe. Altevir recordou que a Conferência de Aparecida trouxe novos ânimos para a Missão no Continente. “Nunca se falou tanto da Missão, como após lançamento da Missão Continental. Os cristãos estão procurando saber mais, e os Planos Pastorais refletem essa sensibilidade” avaliou.

A Coleta feita no Brasil no Dia Mundial das Missões é destinada ao Fundo Mundial de Solidariedade Missionária para financiar projetos de evangelização em diversas frentes. Os interessados em colaborar na divulgação poderão solicitar entrevistas e subsídios.

FONTE: POM

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Papa abençoa Campanha da Fraternidade e saúda brasileiros

CNBB
Cartaz da Campanha da Fraternidade 2010, lançada nesta quarta-feria de cinzas em todo Brasil
O Papa Bento XVI abençoou a Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2010 e saudou os brasileiros, em uma mensagem ao presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha, por ocasião da abertura da CFE, realizada nesta quarta-feira de cinzas, 17, em todo o país.

"Implorando as maiores bênçãos de Deus sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2010, aproveito a ocasião para enviar aos meus irmãos e amigos do Brasil cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador de todos!"

.: Leia a íntegra da mensagem do Papa

O Papa iniciou a mensagem recordando que a Quaresma, tempo litúrgico iniciado ontem pela Igreja, é um período favorável de salvação, que trás consigo um forte apelo à reconciliação com Deus.
Ao comentar o tema da Campanha, Bento XVI desejou sucesso às Igrejas e Comunidades Eclesiais no Brasil, que decidiram unir esforços para ajudar as pessoas a se libertarem da escravidão do dinheiro. Recordando sua Mensagem para a Quaresma, o Pontífice destacou que a escravidão ao dinheiro e à injustiça "tem origem no coração do homem, onde se encontram os germes de uma misteriosa convivência com o mal."

Lançamento da Campanha da Fraternidade

Foi aberta nesta Quarta-feira de Cinzas, 17, em Brasília, a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE), com o tema "Economia e Vida" e lema "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro (Mt 6, 24)". O evento contou com a participação dos representantes das cinco Igrejas membros do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), responsável pela Campanha deste ano, por ser ecumênica.

O representante da CNBB, no evento, o arcebispo de Montes Claros (MG), dom José Alberto Moura, leu a mensagem do Papa Bento XVI para a CFE.

Leia mais
.: CF 2010: Patrões e funcionários, convertei-vos!
.: Informações sobre a CFE 2010
.: Hino da CFE 2010


A INFÂNCIA MISSIONÁRIA ABRE A PROGRAMAÇÃO DAS FESTIVIDADES DE EMANCIPAÇÃO POLITICA DE IPANGUAÇU



Deu-se inicio neste último domingo, dia 20/12, às 16hs, a Programação das Festividades de Emancipação Política com o desfile da Infância Adolescência e Juventude Missionária (IAJM).

A IAJM faz o desfile missionário há vários anos, e este ano foi convidado para abrir as festividades de emancipação do município, a Infância está há 13 anos em Ipanguaçu, evangelizando crianças, jovens e adultos.


O tema principal do desfile foi os 100 anos da Arquidiocese de Natal, na qual o desfile mostrou a importância da Arquidiocese no Brasil, sem esquecer também dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, sobre a campanha da fraternidade entre outras, o desfile teve mais de 15 alas, falando sobre o RN e Parabenizando o município pelos os seus 61 anos.

No final do desfile aconteceu cerimônia onde esteve presente, Excelentíssimo Sr.º Prefeito Leonardo Oliveira, junto da Primeira Dama e Secretária de Assistência Social a Sr.ª Cristina Oliveira, juntos ao coordenador geral da Infância do Rio Grande do Norte Diácono Haroldo e o coordenador geral da IAJM de Ipanguaçu Rafael Tavares.

O Diácono Haroldo parabenizou a IAJM, pelo lindo desfile, e que a Infância Missionária de Ipanguaçu é referencia no Brasil. O Prefeito Leonardo Oliveira, parabenizou também o desfile que fez a abertura dos festejos dos 61 anos de História do Município, que acontecerá até o dia 23/12, e que a Prefeitura de Ipanguaçu, e ele, estará sempre a disposição a ajudar um movimento que marca a história no município. O Coordenador Geral da IAJM de Ipanguaçu, agradeceu a presença de todos no desfile, e a atenção que o prefeito vem dando a IAJM.





Por fim foi cantado os parabéns pelos 13 anos da Infância Missionária no Município, e cortado os 13 metros de bolo que foi distribuído a todos os presentes.




NOTA ESCLARECIMENTO

Pedimos desculpas a todos por a falta de postagem nos últimos dias, o motivo foi à falta de tempo, e com as ultimas festividades socioreligiosa que aconteceram na cidade.

Mais a partir de hoje voltaremos a atualiza o blog frequentemente, assim mostra o trabalho missionário da IAJM de Ipanguaçu e do mundo todo.